Um blog cheio de álcool, ressaca e desabafos.

2 de junho de 2012

Tem como não amar Josi Lemos?







Imagine uma mulher que gosta de Roger Waters a MC Bó do Catarina, passando dentre todas as possibilidades de MPB e ajoelhando-se em frente ao Rei Roberto. Um misto de muitas coisas num corpinho só, só pode ser Coquetel Molotov.

Ela tem pena, compaixão, mas jura de pé junto que é descolada e que não tem pena nem de si mesma, do mesmo jeito que jura que não crê em nada e quando deseja algo pra alguém sempre pede as mãos de Deus pra ajuizar fulanos ou fulanas.

Ciumenta-possessiva-obsessiva, gosta de homens, mulheres, gays, sexo de todas as formas e de todas as possibilidades e números sugestivos. Tem mania de cuidar de perto do que é seu, do que não é, do que poderá vir a ser, do que já foi e do ela cisma que quer. Estraga qualquer relacionamento por uma pitada de ciúmes extra e faz dilúvio em tampinha de xarope.

Tem seu rompantes de louca, agressiva, usa de todos os palavrões misturados e não sabe o que significa uma simples caretinha com símbolos do tipo ";P" nas conversas com amigos. Amigos... ahhh ela tem todos como amigos, mesmo que estes não a tenham como ninguém. Participativa, se mete em conversas alheias, dá palpites, conselhos, tira as definições sobre a vida dos outros, julga, condena e acaba excluindo dos perfis de rede social.

Adora uma máquina fotográfica e por sorte da danada, é fotogênica. Mas ela adora fotografar, a vida, as ruas, os momentos, o mundo. Seus álbuns são como agendas. Lá ela consegue datas e se lembra de tudo que não lembrou na época. Sim, ela tem memória com defeito genético aumentada pela quantidade de álcool que consome. Não lembra de uma conversa da noite anterior e acorda se perguntando como chegou em casa, sempre.

Bebe litros. Gasta todo seu dinheiro em cerveja. Tem a cutis de uma menina, o fígado de uma iniciante e pro nosso ódio ser maior, ela tem várias coisas que a impossibilitam de beber e sempre dá de ombros. Ri de suas doenças e bebe seus remédios nos copos repletos de lúpulo e cevada.

Tem bom gosto pra roupas, cores, cabelos, carros, filmes e programas educativos. Conversa sobre todos os assuntos, faz rir do seu psiquiatra ao seu neurologista. Se pudesse escolher o que não ter.. seria o dedo podre pra pessoas sem futuro. "E no meio de tanta gente eu encontrei vc" é bem a cara dela. Aquele cara mais perdido ou aquela vadia mais fudida, são sempre acalentados pelas suas atenções. Na verdade todas as atenções viram-se para o ser oprimido e ela age convictamente como se fosse salvar uma alma perdida.

Ri do nada, fas cara de planta pra quase tudo. Não acha o máximo pessoas novas... todo mundo ganha zero de cara e vai ganhando pontos ao decorrer do programa. Sim, a vida dela é um Reality Show... e com adoradores e odiadores. Mas já é certo, provado e confirmado que o ódio é a expressão extrema de gostar e não saber porque.. então... Tem como não amar Josi Lemos?


31 de maio de 2012

Mais um Fim.

Ontem eu quebrei as minhas regras de privacidade. Tinha o hábito natural de não invadir espaço alheio pra não ter o meu invadido. Mas eram tantas dúvidas, coisas sem fundamento e perguntas pulgando atrás da orelha que resolvi chegar a um... fim
Na maior cara de pau, li uma a uma todas as mensagens que ela não tinha apagado ainda. Pra nossa alegria, ela era mesmo a mentira em pessoa, vestida numa embalagem de carne branca, longos cabelos sedutores e muita merda na cabeça.
Laços que enfeitavam, nós que apertavam, correntes curtas, história curta.
Fim




21 de maio de 2012

Desconcordância adverte: o fuxicamente alheio pode causar tesão.

Eu deixei o Blog com a opção de postagem anônima, pra que ninguém se sentisse inibido ao comentar, criticar ou apoiar sem que a causa seja pública. Sempre tive a minha vida como um livro de páginas abertas e recebo com muita admiração quem assina qualquer comentário feito dentro dele, ou nas curtições do face ou twitter.

Mas nesta madrugada, por volta das três e pouca, um sujeito escreveu quase 20 linhas em CAPS LOCK, em defesa própria de um assunto que nem era com ele, assinando anominamente como um pobre coitado, sem sono, fuxicando a vida alheia. Disse ter família e sustentar esta família. Disse ser pedagogo e sinceramente, não começou ou terminou uma frase com sentido e ainda deu opinião na minha vida (alheia).

Tenho outras gozações anônimas, que se acham espertas e que pelo assunto eu sei quem são e não as impeço de escrever, porque o prazer de saber que me leêm é maior do que a chateação de vários "kkkkkk" em textos de desabafo meu.

Queridos famosos (quem?), assinando como anônimos: tenho situação financeira, amorosa e social definida. Todas definidas como no vermelho, situação crítica e complicada,  mas eu METO A CARA. Me parafraseando... eu dou a cara a tapa, e só EU sei a delícia e a dor de ser Josi Lemos. Então, pra me criticar, zombar ou diminuir, tenha PEITO, coloca o nome, a foto, assina o BLOG e aí discutiremos de igual pra igual, seu serzinho de inferioridade covarde.



Quer uma notícia fresquinha pra ter assunto nas rodas de cerveja da semana?
Curta a foto, seu mesquinho.

Um beijo e meu conforto pra ti, p o b r e  p e s s o a  v a z i a.

16 de maio de 2012

A vida ensina

Mentir, omitir, enganar, esconder a verdade, não comparecer, marcar e faltar, encher-se de desculpas, motivos, histórias ou ladainhas. Usar-se da hipocrisia, criar fantasias, personagens, vestir a pele de cordeiro, usar, humilhar, devolver desamor pra quem lhe dá amor. Ter muitas caras, muitas falsas, muitas incógnitas, muitas inverdades, repetir-se, repetir-se novamente. Não escolher um caminho, já é ter feito sua escolha.

Um dia a vida ensina. Nem que seja na marra. Arrepender-se não significa ser desculpado, reconquistar ou voltar a ter.

Um coração partido não é o mesmo que um coração costurado.



8 de maio de 2012